Segundo a artista angolana Marlene Oi, a ideia de acompanhantes de luxo em Angola é, em grande parte, equivocada. Em declarações recentes, a cantora destacou que o conceito, tal como é conhecido internacionalmente, segue padrões muito específicos do estilo de vida, imagem e consumo, comuns em países como Dubai e os Estados Unidos.
Para Marlene Oi, há uma tendência de comparar realidades distintas sem considerar o contexto social, económico e cultural angolano. A artista explica que, enquanto em alguns países o mercado de luxo está fortemente estruturado e associado a normas globais de ostentação, em Angola o termo acaba por ser usado de forma generalizada e, muitas vezes, distorcida.
A posição da cantora reacende o debate nas redes sociais e no meio artístico sobre a existência real, ou não, de acompanhantes de luxo no país, levantando questões sobre percepções sociais, influências externas e a forma de como certos estilos de vida são interpretados em Angola.

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