O gigante africano tornou-se o primeiro país do mundo a "fechar a fronteira" da sua publicidade, banindo modelos e locutores internacionais para proteger a identidade e a economia local.
A decisão do conselho regulador ARCON é um soco na mesa contra a globalização estética. A partir de agora, qualquer marca que pretenda vender produtos na Nigéria, um mercado de 200 milhões de consumidores, é obrigada por lei a contratar apenas talentos nacionais.
O objectivo é acabar com a era em que vozes e rostos estrangeiros (muitas vezes britânicos ou americanos) eram a cara das campanhas nigerianas.

