Num testemunho íntimo, revelou que a doença entrou na sua vida de forma inesperada, algo que sempre acompanhou nas pacientes e em congressos médicos, mas nunca imaginou viver. “O medo não aparece nos exames”, escreveu, sublinhando que a dor vai além do físico e não se mede apenas em marcadores clínicos.
Ao longo do último ano, confessou ter visto a fé, o corpo e o equilíbrio emocional serem profundamente testados. Houve dias silenciosos e momentos marcados pelo sofrimento de quem a ama.
Ainda assim, fez questão de afirmar que o cancro não escreve o seu final. Hoje, celebra a vida e reconhece esta fase como apenas mais uma página da sua vitória.

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